Um poço cheio de qualidade – Well Dweller (Análise)

Desenvolvido individualmente por Kyle Thompson e sucedendo a Crypt Custodian, chega-nos um sensacional metroidvania que certamente terminará 2026 nos lugares cimeiros do meu jogo do ano. O enredo conta a história de Glimmer, que procura resgatar a sua família, capturada por uma rainha maléfica que atormenta o reino e mata pássaros por puro prazer e diversão. No geral fiquei surpreendido com a narrativa, pois apesar … Continue reading Um poço cheio de qualidade – Well Dweller (Análise)

Is-sensacional! – Onimusha: Way of the Sword (Análise)

20 anos após o último jogo principal da franquia, chega-nos agora um novo Onimusha, que procura aproveitar-se do relativo sucesso que as remasterizações dos 2 primeiros jogos tiveram para trazer os fãs de volta, como também introduzir uma nova remessa de jogadores a esta série.  A história acompanha Miyamoto Musashi, um espadachim obcecado por lutar incessantemente e ser considerado o melhor que há, até que … Continue reading Is-sensacional! – Onimusha: Way of the Sword (Análise)

A Tinta está mais fresca que nunca – Splatoon Raiders (Análise)

Lançado em 2015, Splatoon marcou o regresso da Nintendo à criação de novos IPs, culminando num dos jogos mais bem-sucedidos e lembrados da infame Wii U, resultando em 2 sequelas na Nintendo Switch, e agora num spin-off mais focado na narrativa e uma experiência a solo.  A história começa com o grupo principal de Splatoon 3, Deep Cut, a despenhar-se nas ilhas Spirhalite, umas misteriosas ilhas que supostamente contêm imensos tesouros. Sem forma de regressar a casa e … Continue reading A Tinta está mais fresca que nunca – Splatoon Raiders (Análise)

Excelsior! – Marvel Tōkon: Fighting Souls (Análise)

A Arc System Works é, sem dúvida, um dos estúdios mais aclamados da indústria no que toca a jogos de luta, sendo cada um dos seus lançamentos um evento autêntico para qualquer fã no género dada a sua qualidade generalizada, especialmente após o sucesso estrondoso de Dragon Ball FighterZ e Guilty Gear Strive, regressando agora com um novo jogo, desta vez no universo Marvel, prometendo de certa forma coçar a comichão deixada pelo vazio de … Continue reading Excelsior! – Marvel Tōkon: Fighting Souls (Análise)

Digam adeus à vossa produtividade – Granblue Fantasy Relink: Endless Ragnarok (Análise)

Lançado em 2024, Granblue Fantasy Relink após um atribulado processo de desenvolvimento recebeu boas críticas e foi bem recebido pelos fãs, voltando agora 2 anos depois com uma expansão tão considerável que é basicamente uma sequela ao jogo base. A narrativa começa onde o jogo base terminou, com os reinos do céu em paz após os grandes confrontos que decorreram, no entanto, a paz é pouco duradoura pois Seofon e Tweyen aparecem para anunciar ao … Continue reading Digam adeus à vossa produtividade – Granblue Fantasy Relink: Endless Ragnarok (Análise)

Praise the Sun – Saros (Análise)

Lançado em 2021, Returnal foi um dos primeiros grandes exclusivos da atual geração de consolas, e embora tenha sido um jogo formidável no que à jogabilidade dizia respeito, o pobre estado técnico em que foi lançado tornou-o difícil de recomendar no lançamento, mas após uns meses de atualizações e até mesmo um excelente DLC gratuito, Returnal é agora um dos melhores jogos da geração e … Continue reading Praise the Sun – Saros (Análise)

Adeus Mega Man e olá Mega Girl – PRAGMATA (Análise)

Menos de 2 meses após o lançamento do fantástico Resident Evil Requiem, a Capcom regressa com mais um excelente jogo, Pragmata, que procura juntar à ação frenética de jogos de ação na terceira pessoa o raciocínio de pequenos puzzles de hacking, resultando numa dinâmica bastante cativante. Pragmata começa com uma equipa que se desloca à lua para reparações após as comunicações com esta base terem … Continue reading Adeus Mega Man e olá Mega Girl – PRAGMATA (Análise)

Uma chama brilhante com potencial – Homura Hime (Análise)

Desenvolvido pelo estúdio Crimson Dusk, chega Homura Hime, um frenético e divertido jogo de ação com fortes inspirações em Devil May Cry e Nier Automata. A narrativa conta a história de Homura Hime, uma exorcista de demónios que procura trazer de volta um equilíbrio ao mundo, tendo sido este afetado pelo aumento de atividade dos demónios, pelo que nesta narrativa, Homura Hime junta-se a outra … Continue reading Uma chama brilhante com potencial – Homura Hime (Análise)

Metade Ansiedade, Metade Carnificina – Resident Evil Requiem (Análise)

3 anos após o excecional remake de Resident Evil 4, a Capcom regressa à sua franquia predileta com Resident Evil Requiem, que procura comemorar o 30º aniversário da mesma com um regresso ao local onde tudo começou: Raccoon City. O jogo divide-se por 2 perspetivas distintas, Grace Ashcroft, uma jovem analista do FBI que perdeu a sua mãe de forma trágica 8 anos antes, começando … Continue reading Metade Ansiedade, Metade Carnificina – Resident Evil Requiem (Análise)

Samurai Ninja Cat…Guy – Nioh 3 (Análise)

Lançado em 2017, Nioh marcou uma nova era para a Team Ninja que após o fracasso de Ninja Gaiden 3 procurou explorar uma nova fórmula mais semelhante aos jogos Souls, algo que lhes correu muito bem, porque tanto este como a sua sequela foram estrondosos sucessos críticos e comerciais. A narrativa do jogo começa no ano 1622, com o protagonista, Takechiyo, em vésperas de se … Continue reading Samurai Ninja Cat…Guy – Nioh 3 (Análise)