Praise the Sun – Saros (Análise)

Lançado em 2021, Returnal foi um dos primeiros grandes exclusivos da atual geração de consolas, e embora tenha sido um jogo formidável no que à jogabilidade dizia respeito, o pobre estado técnico em que foi lançado tornou-o difícil de recomendar no lançamento, mas após uns meses de atualizações e até mesmo um excelente DLC gratuito, Returnal é agora um dos melhores jogos da geração e … Continue reading Praise the Sun – Saros (Análise)

Adeus Mega Man e olá Mega Girl – PRAGMATA (Análise)

Menos de 2 meses após o lançamento do fantástico Resident Evil Requiem, a Capcom regressa com mais um excelente jogo, Pragmata, que procura juntar à ação frenética de jogos de ação na terceira pessoa o raciocínio de pequenos puzzles de hacking, resultando numa dinâmica bastante cativante. Pragmata começa com uma equipa que se desloca à lua para reparações após as comunicações com esta base terem … Continue reading Adeus Mega Man e olá Mega Girl – PRAGMATA (Análise)

Análise: Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties – “Olha mãe! Sem a alma!”

Se frequentam os círculos online da comunidade fã de Yakuza/Like a Dragon, certamente terão notado que recentemente começou a surgir um crescente sentimento de frustração com o Ryu Ga Gotoku Studio devido a lançamentos anuais e alguma falta de criatividade. Like a Dragon Infinite Wealth foi um bom jogo, mas com decisões narrativas questionáveis ou simplesmente cobardes, Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii foi … Continue reading Análise: Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties – “Olha mãe! Sem a alma!”

Metade Ansiedade, Metade Carnificina – Resident Evil Requiem (Análise)

3 anos após o excecional remake de Resident Evil 4, a Capcom regressa à sua franquia predileta com Resident Evil Requiem, que procura comemorar o 30º aniversário da mesma com um regresso ao local onde tudo começou: Raccoon City. O jogo divide-se por 2 perspetivas distintas, Grace Ashcroft, uma jovem analista do FBI que perdeu a sua mãe de forma trágica 8 anos antes, começando … Continue reading Metade Ansiedade, Metade Carnificina – Resident Evil Requiem (Análise)

Samurai Ninja Cat…Guy – Nioh 3 (Análise)

Lançado em 2017, Nioh marcou uma nova era para a Team Ninja que após o fracasso de Ninja Gaiden 3 procurou explorar uma nova fórmula mais semelhante aos jogos Souls, algo que lhes correu muito bem, porque tanto este como a sua sequela foram estrondosos sucessos críticos e comerciais. A narrativa do jogo começa no ano 1622, com o protagonista, Takechiyo, em vésperas de se … Continue reading Samurai Ninja Cat…Guy – Nioh 3 (Análise)

Uma autêntica carta de amor aos fãs – Shinobi: Art of Vengeance (Análise)

14 anos após a sua última aventura, Shinobi parecia tão morto como Ninja Gaiden, mas a SEGA lembrou-se de encarregar a Lizardcube, o estúdio responsável pelo excelente Streets of Rage 4, com o futuro desta franquia adormecida e o resultado é fenomenal, uma autêntica carta de amor na forma de um jogo de ação de plataformas 2D. Este jogo conta a história de Joe Musashi, … Continue reading Uma autêntica carta de amor aos fãs – Shinobi: Art of Vengeance (Análise)

A vingança de uma Loba – Ghost of Yotei (Análise)

Ghost of Tsushima ofereceu-nos uma experiência samurai orgânica com o seu combate e exploração imersivos dentro duma recriação lindíssima da ilha de Tsushima, tornando-se um sucesso crítico e comercial quase instantâneo. A sua sequela era inevitável mas, ao contrário de simplesmente seguir com a jornada de Jin Sakai, a Sucker Punch tomou um rumo diferente e decidiu contar a história de Atsu, desta vez em … Continue reading A vingança de uma Loba – Ghost of Yotei (Análise)

Call of Duty: O que é um videojogo quando deixa de ter sentido?

(ou o que deviam ter sido impressões da beta de Black Ops 7) Uma nota prévia antes de começar. Aceitei o desafio de escrever umas impressões da beta do COD Black Ops 7 para o qual recebemos um código; mas apercebi-me imediatamente que não sabia o que dizer sobre o jogo. Este artigo foi uma tentativa de juntar os vários pensamentos sobre este universo e … Continue reading Call of Duty: O que é um videojogo quando deixa de ter sentido?

Gotta Go Fast, com moderação – Sonic Racing Crossworlds (Análise)

Depois de uma entrada mais mediana em 2017, Sonic volta a pegar num carro com um novo jogo que promete competir olhos nos olhos com Mario Kart, tendo como mecânica principal o salto interdimensional entre diferentes pistas a meio de uma corrida. Este jogo não tem uma narrativa ao contrário do seu antecessor, Team Sonic Racing, optando por se cingir a grandes prémios distintos que … Continue reading Gotta Go Fast, com moderação – Sonic Racing Crossworlds (Análise)

Digimon Story: Time Stranger – Digievolui uma vez mais (Análise)

É uma boa altura para ser fã de jogos de Digimon, muito graças aos Digimon Story Cyber Sleuth que revitalizou a popularidade da série no ocidente. Os jogos, apesar das suas falhas, têm ganho um seguimento por parte dos fãs de JRPGs e nada me assegura mais disso do que o lançamento e popularidade deste novo Digimon Story: Time Stranger, que aparenta ser o jogo … Continue reading Digimon Story: Time Stranger – Digievolui uma vez mais (Análise)