Resonance: A Plague Tale Legacy (Análise) – Os ratos comeram o legado

Anunciado em 2025, Resonance: A Plague Tale Legacy é já o terceiro jogo na saga Plague Tale da Asobo Studio e funciona como uma prequela ao primeiro jogo. Eu confesso que não sou o maior fã da série, embora tenha gostado de A Plague Tale: Innocence. O primeiro jogo da série foi uma espécie de surpresa, porque apesar da narrativa ser bastante mediocre para um … Continue reading Resonance: A Plague Tale Legacy (Análise) – Os ratos comeram o legado

Halo: Campaign Evolved – Master Chief como sempre antes visto (Análise)

Já fazem quase 25 anos desde o lançamento de Halo: Combat Evolved, um dos first person shooters mais influentes e importantes de sempre e uma das minhas campanhas favoritas dentro do género. Para o seu 25º aniversário, Halo recebe um remake que, apesar de seguro, lima algumas das arestas do clássico e torna-o mais acessível. Está também pela primeira vez acessível nas consolas da Sony: … Continue reading Halo: Campaign Evolved – Master Chief como sempre antes visto (Análise)

Insider Trading – O Jimbo decidiu manipular o mercado? (Impressões)

Desde que o Balatro fez a questão “E se Poker fosse um deck builder roguelike?” que tenho vindo a ver um disparo deste tipo de jogos em que fazem “Coisa mas deckbuilder/roguelike/roguelite“. Ainda recentemente vi o trailer de NUTMEG! A Nostalgic Deckbuilding Football Manager e fiquei curioso. Insider Trading vem da mesma escola destes jogos criativos: decidiu pegar no mercado de ações e fazer um … Continue reading Insider Trading – O Jimbo decidiu manipular o mercado? (Impressões)

Análise: Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties – “Olha mãe! Sem a alma!”

Se frequentam os círculos online da comunidade fã de Yakuza/Like a Dragon, certamente terão notado que recentemente começou a surgir um crescente sentimento de frustração com o Ryu Ga Gotoku Studio devido a lançamentos anuais e alguma falta de criatividade. Like a Dragon Infinite Wealth foi um bom jogo, mas com decisões narrativas questionáveis ou simplesmente cobardes, Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii foi … Continue reading Análise: Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties – “Olha mãe! Sem a alma!”

Digimon Story: Time Stranger – Digievolui uma vez mais (Análise)

É uma boa altura para ser fã de jogos de Digimon, muito graças aos Digimon Story Cyber Sleuth que revitalizou a popularidade da série no ocidente. Os jogos, apesar das suas falhas, têm ganho um seguimento por parte dos fãs de JRPGs e nada me assegura mais disso do que o lançamento e popularidade deste novo Digimon Story: Time Stranger, que aparenta ser o jogo … Continue reading Digimon Story: Time Stranger – Digievolui uma vez mais (Análise)

Death Stranding 2: On the Beach – Entrega com (demasiada) segurança (Análise)

Há uns meses atrás revisitei o Death Stranding (Director’s Cut) no PC em antecipação à sequela e, para surpresa minha, acabei não só por gostar mais do jogo do que esperava passados 6 anos, como até fiz a “Platina” do jogo em 80 e poucas horas. Não é que as minhas queixas originais tenham desaparecido, mas levou-me a testar mais mecânicas e ferramentas do jogo … Continue reading Death Stranding 2: On the Beach – Entrega com (demasiada) segurança (Análise)

Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii – Não há terra nem fim à vista (Análise)

Mais um ano, mais uma entrada nova na série previamente conhecida no ocidente como “Yakuza“. Lançado para a PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X/S e PC, Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii evoca o mesmo sentimento que o seu título sugere, é demasiado longo, desnecessário e deixa-vos com a pergunta: “Porquê?” Voltamos à pele de Majima Goro, um dos personagens favoritos … Continue reading Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii – Não há terra nem fim à vista (Análise)

Kingdom Come Deliverance II – Aventura, exploração e imersão (Análise)

Quando tropecei por um vídeo de gameplay do Kingdom Come Deliverance da Warhorse Studios, previamente ao seu lançamento em 2018, fiquei agarrado, é raro encontrar jogos medievais e imersivos sem o típico elemento de fantasia moderna: dragões, elfos, feiticeiros, etc. E eu tenho um fraquinho por simulação medieval, não sou um fanático por história nem a estudo frequentemente, mas aprecio peças históricas em videojogos (o … Continue reading Kingdom Come Deliverance II – Aventura, exploração e imersão (Análise)

Metal Slug Tactics – Impressões

Metal Slug é daqueles clássicos de Arcade que sempre gostei muito de jogar nas máquinas ou até em casa – um amigo tinha um CD (claramente não oficial, que dizia “MAME 32”) que continha uma quantidade ridícula de jogos, desde Fatal Fury e King of Fighters, a Sengoku e Blazing Star, com os quais passei inúmeras horas. Os Metal Slug faziam parte da seleção de … Continue reading Metal Slug Tactics – Impressões

Metaphor: ReFantazio – O povo é quem mais ordena (Análise)

“Time marches on, and the age of a new king draws nearer.” Confesso que não estava particularmente entusiasmado com o Metaphor: ReFantazio previamente ao seu lançamento. Só joguei Persona 5 e gostei, mas é raro dar-me muito bem com JRPGs: tenho sempre problemas com a escrita em geral e, sobretudo, com a longevidade dos jogos. Pegando no Persona 5 como exemplo, exigir 100 horas do … Continue reading Metaphor: ReFantazio – O povo é quem mais ordena (Análise)