Análise: “The Spectrum Retreat”
Bem-vindos ao hotel Penrose. À primeira vista banal, repleto de corredores pálidos que se repetem infinitamente (literalmente), trabalhado por robots igualmente monótonos, distinguindo-se apenas no género da voz, cuja única feição facial consiste num speaker que ilumina quando a sua voz é projectada. Para acompanhar, um protagonista silencioso cuja rotina igualmente monótona se repete diariamente: acordar, comer e dormir. Poderia ser qualquer hotel à beira da auto-estrada … Continue reading Análise: “The Spectrum Retreat”
