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“Vampire: the Masquerade – Bloodlines 2”: anúncio e informações

Nosferatu

Em 2004 foi lançado “Vampire: the Masquerade – Bloodlines”, pela Troika Games. Apesar da aclamação que teve, sendo presada a sua narrativa e imersão – mas o combate foi criticado negativamente -, a recepção foi magra, sofrendo de baixas vendas, acabando por ser umas das causas do fecho do estúdio. Apesar do fracasso comercial o jogo não caiu no esquecimento, tornando-se num culto clássico – actualmente, o jogo conta com mais de 550 mil compradores online. Pouca esperança havia para uma sequela até 2015, ano em que a Paradox comprou o IP, e, após vários teases nos últimos meses, o jogo foi finalmente anunciado.

O estúdio por trás desta desejada sequela é Hardsuit Labs, conhecidos pelo seu trabalho no free to play first person shooter Blacklight: Retribution, que actualmente conta com mais de 60 membros focados no desenvolvimento de Vampire: the Masquerade – Bloodlines 2. Esta informação por si só não seria motivo para esperar um jogo extraordinário, no entanto, apesar de Blacklight ser o único jogo do estúdio, o staff trabalhou em diferentes projectos como Hat in Time, Killing Floor 2, Chivalry: Medieval Warfare, Gears of War 4 entre outros, manifestando a sua qualidade e diversidade. Igualmente importante é referir alguns dos nomes associados à nova entrada como Cara Ellison que trabalha como narrative designer no promissor “Void Bastards”, foi também narrative consultant em “Dishonored 2”, e é senior writer em Bloodlines 2 (também trabalha no programa nomeado para Bafta, Last Commanders); Brian Mitsoda, lead writer do novo jogo e veterano do primeiro, trabalhando na Obsidian como na Black Isle Studios; Chris Avellone, figura lendária na indústria, paticipando em múltiplos projectos como Pillars of Eternity, Tyranny, Fallout New Vegas, entre outros, trouxe a sua experiência como escritor; e, por fim, Ka’ai Cluney, director criativo de Bloodlines 2, que passou por estúdios como, Zombie Studios, id Software e Obsidian Entertainment. Infelizmente, para já, estes são os únicos nomes que conseguimos confirmar.

Numa entrevista recente ao PSblog, Brian Mitsoda refere que, enquanto o primeiro jogo situava-se em Santa Monica, a sequela passará em Seattle – o mesmo local do estúdio. Mitsoda refere que o jogo será espelho da Seattle moderna, conjugando a história e o presente da cidade no palco fantasioso do World of Darkness. Ainda comunicou no twitter que a sequela contará com elementos rpg em que poderão modificar a anatomia e habilidades, como também, uma narrativa e diálogo reactiva(o) e ramificada(o) com imensas personagens por conhecer. Mais informações são esperadas nos próximos meses onde o estúdio abordará as facções, clãs, história e elementos rpg do jogo.

Artigos da Kotaku e da PC Gamer também partilharam que a demo que tiveram acesso foi bastante promissora, relevando: a conexão da exploração do mundo com as habilidade que podem ser escolhidas; combate melhorado em relação à primeira entrada, parecendo mais fluído; e a interacção com o mundo e as personagens, entre outras informações detalhadas que recomendamos lerem se quiserem uma leitura mais aprofundada.

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